Archive for the ‘Novidades da edição alemã’ Category

Informações sobre o episódio 2900 e o novo ciclo de PR, “Gênese”

30 de março de 2017

Em 17 de março de 2017 foi publicado na Alemanha o episódio 2900 da série “Perry Rhodan”, intitulado “A Herança Cósmica”. Esta história, escrita pela autora Verena Themsen, deu início ao ciclo “Gênese” (episódios 2900 a 2999), cujos acontecimentos terão um impacto significativo no altamente aguardado episódio 3000, que será publicado no início de 2019. Ao contrário dos ciclos anteriores, o ciclo “Gênese” não tem uma ligação direta com os ciclos precedentes, já que toda a temática envolvendo o Tribunal Atópico e os tiuphores foi encerrada até o episódio 2899. Antes do lançamento do volume a VPM divulgou uma breve apresentação dos acontecimentos iniciais do ciclo:

Na Terra registra-se o ano 1551 do Novo Calendário Galático, equivalente ao ano 5138 do antigo calendário. Após grandes mudanças e transformações, a situação na Via Láctea estabilizou-se novamente, e de forma geral reina a paz entre os principais povos da galáxia. A Liga dos Terranos Livres deu origem à Liga dos Galáticos Livres, o que ampliou significativamente o número de mundos associados e sua respectiva área de influência. A antiga visão de Perry Rhodan, de transformar a Via Láctea numa zona livre de conflitos, lentamente parece estar se tornando realidade. Porém subitamente surgem visitantes de uma galáxia distante que desejam iniciar um contato diplomático com os povos da galáxia. Para tentar identificar as reais intenções desses seres, que parecem ter alguma ligação com o passado da Via Láctea, Perry Rhodan e seus companheiros viajam com a nave de longa distância Ras Tschubai até a galáxia NGC 4622, dominada pelo Império Dourado. Porém os terranos logo descobrem que sua viagem havia dado início a uma série de acontecimentos que teria consequências imprevisíveis para o futuro da Via Láctea…

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“Perry Rhodan Júpiter”, a nova minissérie de PR

30 de novembro de 2016

Em 2011 foi publicado na Alemanha o livro “Júpiter”, escrito pelos autores Wim Vandemaan, Hubert Haensel e Christian Montillon. Este livro, que contou uma história autocontida ambientada no universo da série “Perry Rhodan”, teve nada menos do que 1.008 páginas, tornando-se assim a maior história individual rhodaniana já publicada.

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Devido à boa receptividade do livro, em 2016 a redação da série “Perry Rhodan” decidiu transformá-lo numa minissérie de doze volumes, que começaram a ser publicados quinzenalmente em 8 de julho de 2016. O primeiro episódio da série se chama “A Morte Cristalina” e foi escrito por Wim Vandemaan e Kai Hirdt, um dos autores da série “Perry Rhodan Neo”. Porém esta minissérie não é apenas uma republicação do conteúdo do livro, pois contém vários trechos e capítulos adicionais, além de algumas subtramas inéditas. O responsável pela criação de boa parte deste material inédito foi o autor Kai Hirdt, que dessa forma acabou tornando-se coautor de vários volumes da minissérie.

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A história de “Júpiter” começa no ano 1461 do Novo Calendário Galático, com o surgimento de uma nova droga no Sistema Solar: Tau 8, que confere capacidades sobre-humanas aos seus usuários. Porém seu uso contínuo leva inexoravelmente à morte… Seguindo a pista de sua criação, Perry Rhodan chega a Ganimede, a maior lua de Júpiter, onde ele descobre que a matéria-prima da droga estava sendo extraída diretamente da atmosfera do planeta gigante. Logo Rhodan percebe que Tau 8 era apenas o prenúncio de uma ameaça ainda maior, que acabaria colocando em risco todo o Sistema Solar…

Assim como as minisséries anteriores (“Perry Rhodan Stardust” e “Perry Rhodan Árcon”) e a própria série principal de “Perry Rhodan”, “Perry Rhodan Júpiter” está sendo publicada em três formatos: livro tradicional, livro eletrônico e audiolivro. Devido ao sucesso das minisséries, a editora VPM afirmou recentemente que pretende publicá-las regularmente, lançando uma nova minissérie de doze episódios pelo menos uma vez por ano.

Informações sobre o episódio 2875 e o novo ciclo de PR, “O Mausoléu Estelar”

31 de outubro de 2016

Em 23 de setembro de 2016 foi publicado na Alemanha o episódio 2875 da série “Perry Rhodan”, intitulado “A Galáxia Congelada”. Esta história, escrita pelo autor Christian Montillon, deu início ao ciclo “O Mausoléu Estelar” (episódios 2875 a 2899), que é o primeiro miniciclo da série após um longo período de ciclos de cem episódios. O ciclo anterior, “O Espaço Atemporal” (episódios 2800 a 2874), resolveu toda a temática iniciada no ciclo “O Tribunal Atópico” (episódios 2700 a 2799), e neste miniciclo serão revelados alguns mistérios ligados aos tiuphores, uma raça surgida no episódio 2800. Antes do lançamento do volume a VPM divulgou uma breve apresentação dos acontecimentos iniciais do miniciclo:

Em janeiro de 1519 do Novo Calendário Galático (NCG) o destino da Humanidade encontra-se no fio da navalha: os tiuphores, uma raça guerreira, viajaram do passado para o presente através da Fenda Temporal, uma anomalia energética que atravessa boa parte da Via Láctea. Eles envolvem toda a galáxia em sua campanha de destruição, e seu objetivo principal é matar seres vivos para coletar suas consciências, algo que parece completamente ilógico aos olhos dos terranos e dos demais povos da galáxia.

No Sistema Solar ocorre uma batalha decisiva entre as naves dos tiuphores e as forças dos terranos e de seus aliados. Contudo praticamente no último segundo outros tiuphores entram na batalha – porém vindos não do passado, e sim do presente, da distante galáxia Orpleyd. Eles enviam o “chamado da união” para seus semelhantes, o que acaba subitamente com a batalha. Dessa forma o Sistema Solar é salvo no último instante, e todos os tiuphores abandonam a Via Láctea. Porém eles deixam para trás uma galáxia devastada, que levará várias décadas para recuperar-se completamente.

A Humanidade precisou pagar um alto preço pela sua salvação: em um ato desesperado para salvar o Sistema Solar, Perry Rhodan sacrificou sua própria vida e se tornou mais uma consciência armazenada nos cristais sextadim das naves tiuphores. É nesse estado imaterial que ele começa a longa viagem a Orpleyd, a “galáxia congelada”. Inúmeras civilizações vivem nesta galáxia, situada a 131 milhões de anos-luz da Via Láctea. E logo Perry Rhodan descobrirá que Orpleyd guarda um segredo que poderá ter consequências devastadoras para a Terra e o futuro da Humanidade…

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“Perry Rhodan Árcon”, a nova minissérie de PR

29 de fevereiro de 2016

Em 22 de janeiro de 2016 começou a ser publicada na Alemanha a minissérie “Perry Rhodan Árcon”. Concebida pelo escritor suíço Marc A. Herren, um dos membros da equipe de autores da série “Perry Rhodan”, esta minissérie terá doze episódios, será publicada quinzenalmente e contará uma história independente, porém ligada tematicamente ao universo rhodaniano. O primeiro episódio da série se chama “O Impulso” e foi escrito pelo próprio Marc A. Herren. A editora VPM divulgou as seguintes informações sobre o conteúdo da minissérie:

No ano 1402 do Novo Calendário Galático Perry Rhodan viaja com a nave Manchester ao aglomerado estelar esférico M-13, o centro do Império de Cristal dos arcônidas. Seus acompanhantes nesta viagem são o rato-castor Gucky e Sahira, uma jovem com um passado misterioso. Seu destino é o planeta Zalit, onde Rhodan participará de uma conferência. Porém na verdade ele está seguindo a pista do misterioso “Impulso”, uma onda de choque pentadimensional que enviou sinais para várias regiões da Via Láctea e que parece originar-se de M-13. Porém o que começa como uma viagem de rotina acaba com a nave caindo em uma armadilha, e Perry Rhodan percebe que no centro do Império de Cristal surgiu um perigo que ameaça mergulhar incontáveis mundos da Via Láctea numa guerra devastadora…

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“Perry Rhodan Árcon” será publicada em três formatos: livro tradicional, livro eletrônico e audiolivro, sendo que as capas da publicação tradicional serão impressas num papel brilhante especial, o que ajudará a diferenciar a minissérie de outras publicações semelhantes à venda nas bancas alemãs. Esses formatos e características são idênticos aos de “Perry Rhodan Stardust”, uma minissérie que foi publicada em 2014 e que descreveu a viagem de Perry Rhodan ao distante e altamente incomum sistema Stardust, habitado por colonos humanos.

Informações sobre o episódio 2800 e o novo ciclo de PR, “O Espaço Atemporal”

30 de abril de 2015

Em 17 de abril de 2015 foi publicado na Alemanha o episódio 2800 da série “Perry Rhodan”, intitulado “Fenda Temporal”. Esta história, escrita pela autora Michelle Stern, deu início ao ciclo “O Espaço Atemporal” (episódios 2800 a 2899), que é uma continuação direta do ciclo anterior, “O Tribunal Atópico” (episódios 2700 a 2799). Antes do lançamento do volume a VPM divulgou uma breve apresentação do novo ciclo da série:

No ano 1517 do Novo Calendário Galático a Via Láctea está sob o domínio do Tribunal Atópico. Para encontrar meios de derrotar o inimigo, Perry Rhodan precisa chegar ao Espaço Atemporal, a misteriosa região do universo onde vivem os líderes do Tribunal.

Com a nave portadora Ras Tschubai e a misteriosa Chuvanc, uma nave capturada de um juiz atópico, Perry Rhodan começa seu voo para o desconhecido. O objetivo do terrano imortal é a “Sincronia”, uma área que dá acesso ao Espaço Atemporal. Porém algo não sai como planejado e a expedição chega a uma região do universo totalmente inesperada. Logo Perry Rhodan percebe que sua viagem mudará toda a visão que o Humanidade tinha do universo até agora…

Para divulgar melhor o início do ciclo a VPM tomou a decisão inédita de publicar o episódio 2800 com duas capas diferentes: enquanto a capa principal mostra Perry Rhodan e a cientista Sichu Dorksteiger, a capa alternativa mostra Perry Rhodan e um tiuphore, uma raça que desempenhará um importante papel no novo ciclo.

A capa principal do episódio 2800

A capa principal do episódio 2800

A capa alternativa do episódio 2800

A capa alternativa do episódio 2800

Neste episódio também foi publicado um interessante resumo do ciclo “O Tribunal Atópico”, que recapitula os principais acontecimentos do ciclo de forma bem objetiva:

Quando a Lua finalmente retorna à sua órbita original em torno da Terra no ano 1512 NCG após um longo período de ausência, os terranos percebem que ela está muito modificada: uma “tecnotrama” verde cobre completamente sua superfície e um campo repulsor impede a aproximação de qualquer objeto. O rato-castor Gucky tenta teleportar-se para a Lua, porém é arremessado violentamente de volta e entra em coma. Quando finalmente desperta, dois anos depois, ele descobre que adquiriu paracapacidades totalmente novas, que contudo ameaçam sair de controle.

Em 1514 NCG a Stardiver, uma nave comandada por Perry Rhodan e equipada com o novo propulsor hipertrans, que permite entradas e saídas extremamente precisas do hiperespaço, consegue pousar na Lua. Lá ele encontra-se com os onriones, seres humanoides a serviço de uma organização chamada Tribunal Atópico. Pouco tempo depois este Tribunal demonstra todo o seu poder: os juízes atópicos Chuv e Matan Addaru Dannoer acusam Perry Rhodan e Gaumarol da Bostich de serem dois dos três responsáveis pela “Ecpirose de GA-yomaad”, a aniquilação da Via Láctea, que deve ocorrer num futuro próximo. Durante o julgamento a testemunha principal de acusação é Julian Tifflor, um dos mais antigos colaboradores de Perry Rhodan. Todo o processo dura apenas algumas horas e os dois acusados são declarados culpados, sendo condenados a um banimento de 500 anos para um “mundo escuro” dos onriones.

Pouco a pouco os atopes e seus ajudantes (os onriones, os transmorfos jajs, os “tecnólogos” tolocestes e os tesquires, propagandistas do Tribunal) acabam com toda a resistência dos povos da Via Láctea: a nave Júlio Verne é destruída, os voos interestelares são severamente limitados, a United Stars Organization (USO) é declarada uma organização terrorista e o Império Arcônida é desmantelado, cujo coração – o sistema Árcon – é abandonado pelos arcônidas e entregue pelo Tribunal aos seus habitantes originais, os naats. No longo prazo a Via Láctea será dividida em esferas de influência, os chamados “domínios”, que impõem limites severos aos voos interplanetários e interestelares.

A USO e a LTL (Liga dos Terranos Livres) trabalham, em conjunto com vários outros povos e organizações, contra o Tribunal. Eles correm contra o tempo para encontrar uma defesa contra a principal arma do inimigo, os torpedos lineares, que dão ao Tribunal uma vantagem estratégica decisiva. Reginald Bell, o velho companheiro de Perry Rhodan, é enviado inesperadamente para a Cidade Onipresente, uma estranha cidade que se estende por milhares de planetas e que é habitada por cientistas que estudam os artefatos deixados pelos cosmocratas e caotarcas. Um deles é um “selo” dos caotarcas, que impregna o ativador celular de Reginald Bell com uma “aura do caos”. Bell fica fascinado pela cidade e decide tentar desvendar seus mistérios.

Contudo nem todos colocam-se contra o Tribunal: alguns povos, como os tefrodenses, os apoiam abertamente. Seu líder é o ambicioso Vetris-Molaud, que vê a si próprio como o verdadeiro sucessor de Perry Rhodan. Ele consegue um ativador celular e aumenta cada vez mais seu poder ao longo dos anos, chegando inclusive a reivindicar a herança dos senhores da galáxia. Seus dois maiores colaboradores são seu próprio Exército de Mutantes, que ele usa de forma inescrupulosa, e a misteriosa “reencarnação” de um senhor da galáxia esquecido, o Fator IV original Zeno Kortin.

Perry Rhodan e Bostich conseguem fugir de sua prisão atópica e descobrem que se encontram na galáxia Larhatoon, a pátria dos lares, que encontra-se há séculos sob as diretrizes do Ordo Atópico, a “paz forçada” dos atopes. Lá eles fazem uma aliança com a resistência, liderada pelo lare Avestry-Pasik, e descobrem indícios de uma antiga conexão entre Larhatoon e a Via Láctea. Durante sua permanência em Larhatoon eles se tornam testemunhas do cotidiano de uma galáxia cujo destino é influenciado há séculos pelo Tribunal Atópico.

Em Larhatoon Rhodan descobre que o Tribunal origina-se do Espaço Atemporal, uma área do universo que só pode ser alcançada por uma nave de um juiz atópico que seja pilotada por alguém que já esteve além das fontes de matéria. Isso leva Rhodan a tomar a arriscada decisão de tentar capturar uma nave de um juiz atópico. Embora ele não consiga fazer isso em Larhatoon, durante suas tentativas ele acaba descobrindo que os dois juízes atópicos ativos na galáxia vieram do futuro distante. Após seu retorno à Via Láctea ele finalmente atinge seu objetivo: ele conquista a nave do juiz Chuv, que passa a ser pilotada por Atlan. Juntamente com a nova nave portadora Ras Tschubai ela chega à “Sincronia”, o único ponto de acesso ao Espaço Atemporal.

O ciclo “O Tribunal Atópico”, o primeiro concebido pelos novos coordenadores-gerais Wim Vandemaan e Christian Montillon, foi um dos mais surpreendentes de toda a série, pois promoveu mudanças radicais que alteraram completamente o perfil de vários personagens, povos e planetas da série. Se o ciclo “O Espaço Atemporal” mantiver o mesmo nível do anterior, certamente os leitores continuarão se surpreendendo com a imaginação e a ousadia dos novos coordenadores, que não têm medo de promover mudanças significativas no “status quo” da série para ampliar suas possibilidades narrativas.

A capa principal completa do episódio 2800 (com Perry Rhodan, a cientista Sichu Dorksteiger e a nave portadora Ras Tschubai)

A capa principal completa do episódio 2800 (com Perry Rhodan, a cientista Sichu Dorksteiger e a nave portadora Ras Tschubai)

A capa alternativa completa do episódio 2800 (com Perry Rhodan, um tiuphore e a nave portadora Ras Tschubai)

A capa alternativa completa do episódio 2800 (com Perry Rhodan, um tiuphore e a nave portadora Ras Tschubai)

Informações sobre o episódio 2700 e o novo ciclo de PR, “O Tribunal Atópico”

30 de abril de 2013

Em 17 de maio de 2013 terá início na Alemanha o 38º ciclo da série “Perry Rhodan”, que se chamará “O Tribunal Atópico” e compreenderá os episódios 2700 a 2799 da série. O primeiro episódio do ciclo, intitulado “A Tecnolua”, foi escrito pelo autor convidado Andreas Eschbach, um dos mais conhecidos escritores alemães da atualidade. Como um volume de jubileu nunca havia sido escrito por um autor convidado, supõe-se que a editora VPM tenha tomado esta decisão para impulsionar as vendas do livro e facilitar a divulgação do novo ciclo junto ao público em geral, mais acostumado às obras de Eschbach do que à série “Perry Rhodan” em si.

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Andreas Eschbach

O episódio 2700 também representa o início oficial das atividades dos autores Wim Vandemaan e Christian Montillon no planejamento geral da série, que vinha sendo feito pelo autor Uwe Anton desde o episódio 2504. Os leitores estão ansiosos para conhecer o resultado do trabalho de ambos por dois motivos: além de ser a primeira vez que esta importante tarefa será desenvolvida por dois autores simultaneamente, muitos consideram Wim Vandemaan como o mais criativo e inovador autor da série “Perry Rhodan” atualmente. Para aumentar a expectativa, o redator-chefe Klaus N. Frick disse recentemente em seu blog que o ciclo é “praticamente outra série”, pois é completamente diferente dos ciclos anteriores… Esta é uma boa notícia, já que os ciclos “Stardust” (episódios 2500 a 2599) e “Neuroverso” (episódios 2600 a 2699) foram duramente criticados por muitos leitores devido ao excesso de subtramas e à grande dependência de fenômenos mais próximos da fantasia do que da ficção científica, como superinteligências exóticas, artefatos superpoderosos de raças extintas e novos tipos de fenômenos psiônicos.

Wim Vandemaan, Christian Montillon e Uwe Anton na conferência dos autores de outubro de 2012

Wim Vandemaan, Christian Montillon e Uwe Anton na conferência dos autores de “Perry Rhodan” de outubro de 2012

Recentemente a VPM divulgou uma breve apresentação do episódio 2700 e do ciclo “O Tribunal Atópico”:

No ano 1514 do Novo Calendário Galático (equivalente ao ano 5101 do antigo calendário) algo inesperado acontece nas proximidades da Terra: a “tecnotrama” cobre completamente a Lua, isolando-a do restante do universo. Apesar de sua tecnologia avançada a Humanidade não consegue saber o que está acontecendo no satélite natural da Terra, o que gera o temor de que um poder misterioso esteja agrupando suas forças no coração da Liga dos Terranos Livres…

Enquanto isso a situação na Via Láctea deteriora-se rapidamente: a Terra perde sua influência na política galática e as rivalidades entre as principais potências da Via Láctea ressurgem com força total, dando início a uma guerra interestelar no setor oriental da galáxia. Com isso o sonho de uma galáxia unida, representado pelo Novo Galático, parece estar mais distante do que nunca…

Em meio a esta situação de incerteza Perry Rhodan desenvolve um plano ousado: ele planeja ir à Lua com uma nave especial, a Stardiver. Dessa forma o primeiro homem a pisar na Lua, em 1971, deverá fazer o mesmo novamente agora, em 5101, para salvar a Terra e seus bilhões de habitantes de um perigo mortal…

Capa do episódio 2700, "A Tecnolua"

O cancelamento de “Perry Rhodan Action”

8 de julho de 2009

Foi anunciado recentemente o cancelamento de “Perry Rhodan Action”, uma série derivada de “Perry Rhodan” que narrava novas histórias no período situado entre os ciclos “Os Pos-bis” e “O Segundo Império”. Lançada nos países europeus de fala alemã em 4 de abril de 2008 com periodicidade quinzenal, a série estreou com bons números de vendas, que entretanto foram piorando ao longo do tempo. Devido às baixas vendas dos últimos meses, a VPM decidiu finalizar a série no número 36, que será publicado em 6 de agosto de 2009.

“Perry Rhodan Action” foi composta por três miniciclos: “Demétria” (episódios 1 a 12), “Lua de Cristal” (episódios 13 a 24) e “Vega” (episódios 25 a 36). A série teve três objetivos principais: facilitar a entrada de novos leitores no universo de “Perry Rhodan” (que normalmente têm medo de começar a ler uma série que já tem quase 2.500 livros), proporcionar aos leitores veteranos a experiência de ler novas histórias ambientadas no passado da série e, por fim, “testar” novos autores, já que 24 das 36 histórias de “Perry Rhodan Action” foram escritas por autores com pouca ou nenhuma experiência profissional no universo rhodaniano.

No site oficial da série (www.perry-action.de) há as capas e as sinopses de todos os volumes lançados até o momento, bem como vários papéis de parede para a área de trabalho do computador.

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No primeiro episódio da série, intitulado “Os Assassinos de Trafalgar”, foi publicada uma interessante apresentação de seu conceito geral. Aqui está uma tradução desta apresentação:

Caros leitores e leitoras:

Desde que os autores Karl-Herbert Scheer e Clark Darlton lançaram conjuntamente em 1961 a pedra fundamental da maior aventura de ficção científica de todos os tempos, a série “Perry Rhodan” cresceu constantemente. A fantasia inesgotável de cerca de quarenta escritores criou milhares de planetas, incontáveis seres estranhos e um mar de histórias fascinantes.

Com “Perry Rhodan Action” voltamos à época inicial do perryverso: vemos o “passado do futuro”, os fascinantes primórdios da maior série de ficção científica do mundo.

No ano 2166 do calendário cristão a Terra é o centro de um pequeno império estelar. Os seres humanos já colonizaram cerca de uma centena de planetas e penetram lentamente na selva de estrelas da Via Láctea com suas naves de transição. As outras culturas galáticas são, em sua maioria, mais antigas e poderosas que o jovem Império Solar – porém os terranos, sob a liderança de Perry Rhodan, têm a criatividade e a audácia a seu lado.

Conversando com os fãs descobrimos que a época clássica da série “Perry Rhodan” ainda é intensamente admirada, e que eles gostariam de conhecer mais sobre ela. O que acontecia no século XXII com os mutantes? Como os primeiros mundos coloniais foram ocupados? E contra quais inimigos Perry Rhodan e seus companheiros tiveram que lutar nesta época? “Perry Rhodan Action” dá respostas a essas perguntas: os doze volumes do ciclo “Demétria” colocam o próprio Administrador-Geral no centro dos acontecimentos e mostram sua luta contra o misterioso Regente da Energia. A seu lado estão membros do Exército de Mutantes, estranhos e perigosos seres humanos com paracapacidades.

Deixe-se transportar com “Perry Rhodan Action” para um futuro não muito distante do mundo do ano 2008 – e acompanhe uma fascinante aventura no aglomerado estelar Demétria!

Klaus N. Frick
Redator da série “Perry Rhodan”

Sinopse e nova capa do episódio 2500 de PR, “Projeto Saturno”

9 de maio de 2009

Ontem divulguei a capa do episódio 2500 da série “Perry Rhodan”. Porém, aparentemente esta capa era provisória, pois ontem mesmo foi divulgada uma propaganda oficial com uma outra capa, que parece ser a definitiva… Aqui está a propaganda com a nova capa:

scannen0001hO texto diz o seguinte:

O novo ciclo de “Perry Rhodan” – “Stardust”.

Uma antiga estação espacial, encontrada nas profundezas da Via Láctea, flutua entre os anéis de Saturno. Os melhores técnicos e cientistas da Terra trabalham ali num projeto de pesquisa secreto.

Subitamente o “Projeto Saturno” desperta, começando uma perigosa atividade. Perry Rhodan e a Humanidade são confrontados com um inimigo do passado – e com uma misteriosa mensagem da superinteligência “Aquilo”…

Começa em 17/07/09!

Divulgada a capa do episódio 2500 de PR, “Projeto Saturno”

8 de maio de 2009

Embora ainda faltem mais de dois meses para a publicação do episódio 2500, membros do fórum oficial alemão da série já descobriram sua capa num site alemão de pré-venda de livros. Apesar do site ter retirado a imagem imediatamente após a “descoberta”, ela já está espalhando-se rapidamente pela rede. Bem, eis a tão esperada capa:

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Postarei um resumo completo da história logo após seu lançamento oficial, em 17 de julho.