Archive for the ‘Contatos com a VPM’ Category

Relato da minha primeira visita à sede da editora alemã de PR

31 de outubro de 2010

Há exatamente dez anos atrás, em 31 de outubro de 2000, encontrei-me com o Klaus Frick e o Eckhard Schwettmann na sede da VPM, na Alemanha, para discutir os termos do contrato de licenciamento dos direitos de publicação da série “Perry Rhodan” em língua portuguesa. Agora, dez anos depois, gostaria de compartilhar com os leitores do blog alguns detalhes deste momento histórico.

Para entender melhor todo o processo que levou ao retorno da série ao Brasil através da editora SSPG, sugiro a leitura do artigo intitulado “Perry Rhodan – Trajetória da maior série de ficção científica do mundo no Brasil”, que foi publicado no volume 672/673 da nova edição brasileira. Este artigo também está no “e-book” “Volume Informativo – Perry Rhodan – SSPG”, que encontra-se disponível em meu diretório virtual.

Ao contrário da reunião mais recente, ocorrida em abril de 2009, a reunião de outubro de 2000 foi marcada por muita insegurança e dúvida, já que ela seria nossa única chance de mostrar à VPM que a SSPG tinha plenas condições de se tornar a nova representante oficial da série no Brasil, nove anos após o cancelamento da edição da Ediouro. Porém não sabíamos se conseguiríamos convencer a VPM a “emprestar” a marca “Perry Rhodan” para uma editora tão pequena e desconhecida como a nossa…

Antes da viagem reuni-me com o Rodrigo de Lélis, o coordenador do projeto do retorno da série ao Brasil, para discutirmos exaustivamente toda a pauta da reunião: principais assuntos a serem abordados (histórico da série no Brasil, perfil do mercado brasileiro, previsão de vendas da nova edição, histórico e capacidade financeira da SSPG, etc.) e também o que não deveria ser abordado em hipótese alguma, como o fato de todo o projeto ser conduzido por fãs da série. O Rodrigo temia que, se a VPM suspeitasse que a editora era apenas um “projeto de fãs”, ela poderia achar que não faríamos uma edição à altura das suas expectativas, ou, pior ainda, que publicaríamos apenas alguns livros e não teríamos condições de dar prosseguimento à edição, como ocorreu com a nova edição norte-americana da série, que publicou apenas cinco histórias (e cujo cancelamento, em 1998, ainda estava bastante recente na memória de todos).

Meu primeiro compromisso na Alemanha foi visitar a Feira do Livro de Frankfurt, já que eu deveria encontrar-me com o Eckhard no estande da VPM para que pudéssemos marcar pessoalmente os detalhes da nossa reunião. Contudo ocorreu um imprevisto: o Eckhard não estava lá, já que por motivos de força maior ele não pôde estar presente aos últimos dias do evento… Apesar disso um representante da editora que estava no estande me disse que bastava eu ligar para a VPM para marcar a reunião. Após este pequeno contratempo, passei o dia conhecendo a feira, que ocorre sempre em outubro e é simplesmente gigantesca: são milhares de estandes de editoras de mais de cem países, que aproveitam o evento para divulgar seus catálogos e também para negociar a compra e venda de direitos de publicação de livros do mundo todo.

Nos dias posteriores à feira tentei ligar várias vezes para a VPM, mas por algum motivo obscuro a ligação simplesmente não completava de jeito nenhum… Após vários dias de tentativas e uma crescente frustração da minha parte, finalmente consegui falar com o Eckhard Schwettmann, que na época era o diretor de marketing da série. Dessa forma finalmente consegui marcar a reunião…

Chegando à VPM no dia 31, fui recebido por um simpático e animado Klaus Frick, que estava genuinamente alegre por estar conhecendo alguém interessado em publicar “Perry Rhodan” no Brasil. Ele me apresentou o Eckhard e em seguida fomos para o “Hiperespaço”, uma sala no último andar da editora na qual os autores faziam suas reuniões anuais para discutir os rumos futuros da série. Esta sala tinha uma mesa gigantesca, com capacidade para mais de quinze pessoas, e suas paredes eram revestidas com um papel de parede que imitava o espaço e que retratava vários personagens da série. Ao longo dela também havia várias estantes envidraçadas com dezenas de livros e objetos de importância histórica para a série. Enquanto ambos me explicavam detalhadamente o que eram aqueles livros e objetos minha mente fervilhava, pois eu estava verdadeiramente fascinado por poder ver todos aqueles itens tão de perto. Porém, como eu não podia dizer na reunião que era fã da série, tive que disfarçar toda a minha animação durante aqueles momentos. Não foi fácil, mas acho que consegui…

Depois disso começamos nossa reunião, na qual expliquei-lhes detalhadamente tudo aquilo que eu o Rodrigo já havíamos discutido exaustivamente na semana anterior. Durante toda a reunião percebi que ambos, especialmente o Eckhard, estavam um pouco inseguros quanto à real capacidade da SSPG de conseguir levar adiante o projeto, fazendo várias perguntas que, de forma sutil, testavam nossa capacidade de publicar “Perry Rhodan” no Brasil com qualidade e de forma contínua. Porém também percebi que eles estavam muito animados com a possibilidade da volta da série ao Brasil, já que não é todo dia que o representante de uma editora estrangeira vai pessoalmente à VPM para negociar os direitos da série…

Após quase duas horas de reunião descemos para o bandejão da VPM, onde almoçamos. Devido ao meu desconhecimento da culinária europeia e também ao nervosismo do momento (estar ao lado do Frick e do Schwettmann numa fila de bandejão foi um momento verdadeiramente surreal para mim, acreditem…), acabei comendo o prato principal antes da entrada, o que provocou risos contidos nos dois. Depois do almoço voltamos para o “Hiperespaço”, onde redigimos os pontos principais do contrato entre a VPM e a SSPG. O contrato nos garantia os direitos exclusivos de publicação da série em língua portuguesa, desde que a tradução fosse de alta qualidade, que os livros fossem publicados regularmente e que fizéssemos o acerto dos “royalties” a cada três meses. Também deveríamos pagar 3.000 dólares à VPM imediatamente a título de adiantamento dos “royalties”, o que também serviria para demonstrar nosso comprometimento com o projeto.

No final da reunião ficamos conversando amenidades por alguns minutos, como detalhes curiosos do Brasil e a visão que os brasileiros têm da Alemanha. Saí de lá bastante aliviado, pois tudo foi muito melhor e mais tranquilo do que havíamos imaginado… O único inconveniente foi o fato de eu não ter tirado nenhuma foto durante todo o período em que estive na editora, já que eu não podia mostrar a eles que era um fã inveterado da série…

Em junho de 2001, sete meses e meio após a reunião, o primeiro livro da nova edição brasileira de “Perry Rhodan” era publicado pela SSPG, dando início a uma nova e promissora fase da série em nosso país…

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Envio de perguntas para a entrevista com o redator-chefe de PR

7 de maio de 2009

No início de junho de 2009 farei uma entrevista por e-mail com Klaus N. Frick, o redator-chefe da série “Perry Rhodan”. Inicialmente eu pretendia ter feito esta entrevista durante minha reunião com ele na sede da VPM, mas devido a restrições de tempo acabei tendo que mudar meu plano inicial. Portanto, se algum fã da série tiver alguma sugestão de pergunta (além das óbvias que farei…), basta colocá-la nos comentários do blog ou então enviá-la para meu e-mail (cesarafm@terra.com.br) até 31 de maio.

A entrevista completa será publicada no volume duplo 848/849 da nova edição brasileira, que será lançado no segundo semestre de 2009.

Relato detalhado da reunião na sede da editora alemã de PR

7 de maio de 2009

No início de abril de 2009 estive em Rastatt, na Alemanha, onde me encontrei na sede da VPM com Klaus N. Frick, o redator-chefe da série “Perry Rhodan”, para discutir com ele as perspectivas futuras da edição brasileira da série. Bem, aqui está um relato detalhado do que aconteceu na reunião, ocorrida na manhã de 8 de abril:

Cheguei à VPM às 9:50, dez minutos antes do horário marcado para o início da reunião. Primeiramente o Klaus Frick me mostrou os escritórios da redação, onde ele, o Klaus Bollhöfener, o Björn Berenz, a Bettina Lang e a Brigitte Thumm trabalham. Conversei um pouco com todos eles, que se mostraram bastante acessíveis e simpáticos.

Na reunião propriamente dita, comecei fazendo um resumo do nosso plano de recuperação da série, inclusive contando tudo que aconteceu desde minha última reunião com eles, em outubro de 2000. Detalhei a origem e as características dos nossos problemas, contei a história do fã investidor (que fará um aporte de capital na SSPG) e concluí dizendo que agora pretendemos fazer o que já deveria ter sido feito há muito tempo: distribuição e promoção em larga escala, porém de forma bem planejada. Também mostrei-lhe que, apesar da edição brasileira ser essencialmente um projeto de fãs, ela sempre foi feita com o maior cuidado e com a maior qualidade, pois não quisemos repetir os erros da Vector, que foi um exemplo do que NÃO deve ser feito.

Em relação à Vector (obs.: a editora que publicou os episódios 1800 a 1804 nos EUA em 1997/98), o Frick disse que o John Foyt foi 100% fã e 0% homem de negócios, pois ele contratou uma distribuidora muito limitada, fez uma tiragem de mais de 20.000 exemplares e amargou um encalhe de mais de 95%… Um de seus erros foi não perceber que, no mercado norte-americano, a série PR seria confundida com quadrinhos, o que foi um desastre mercadológico, já que ela errou totalmente seu público-alvo por causa disso. Talvez se a série tivesse voltado no formato de livro ela teria vingado nos EUA, já que as estratégias de distribuição e promoção teriam sido muito mais adequadas ao seu público-alvo.

Bem, chegamos aqui à principal dúvida do Frick em relação ao nosso plano: considerando-se toda a história da série no Brasil, ele achou muito arriscado querermos lançá-la em bancas com uma alta tiragem. Na opinião dele teremos um encalhe muito grande, pois boa parte dos fãs que lia a série nos anos 70/80 provavelmente já perdeu o interesse em acompanhá-la semana a semana. Segundo ele, na Alemanha é comum a pessoa começar a ler PR com 13, 14 anos e abandonar a série depois de 25 ou 30 anos, devido às mudanças naturais de gostos e prioridades. Segundo esse raciocínio, apenas uma pequena parte dos antigos fãs terá um interesse real em voltar a lê-la. Além disso, bancas são mais apropriadas para produtos essencialmente descartáveis, como jornais e revistas, e, como nossa edição tem um aspecto mais “duradouro”, dessa forma talvez nossos livros seriam colocados no lugar errado.

Sendo assim, o foco deve ser na conquista de novos leitores, pois sem isso provavelmente estacionaremos nos 2.000 ou 3.000 livros vendidos por edição, com o agravante de que, para conseguirmos vender isso em bancas, teríamos que ter uma tiragem bem maior que essa, de talvez 10.000 exemplares (para garantir uma boa cobertura geográfica) ou mais. Ou seja, não compensaria vender 2.000/3.000 livros por edição e amargar ao mesmo tempo um encalhe de 8.000/7.000… Como exemplo, a edição alemã vende em média 86.000 exemplares, mas para atingir esse patamar de vendas ela precisa imprimir e distribuir 135.000 exemplares…

Dessa forma ele fez as seguintes sugestões:

– Focar a distribuição não em bancas, mas sim em livrarias. Assim seríamos mais eficientes, pois poderíamos fazer uma tiragem menor e deixar os livros por um tempo maior nas prateleiras, sendo vendidos aos poucos tanto para os antigos quanto para os novos leitores.

– Isso implicaria num segundo ponto: tornar nosso livro “mais livro” ainda, ou seja, talvez publicando quatro histórias por volume, para colocá-lo apenas em livrarias e deixá-lo lá por um longo tempo (assim como é feito com os volumes de prata). Isso tornaria a impressão, a distribuição e até mesmo a promoção bem mais eficientes do que nossa ideia original de colocar os primeiros livros do “Concílio” em bancas. Essa mudança também tornaria mais fácil a venda através de sites como a Amazon.

– Talvez pensar na publicação das minisséries de livros de bolso, como “Andrômeda”, “Lemúria”, “Perry Rhodan Action”, etc., já que elas são feitas justamente com esse objetivo: ficar por um longo tempo nas livrarias para atrair novos leitores, com a vantagem de que o encalhe é menor e suas histórias agradam tanto aos antigos leitores quanto àqueles que nunca ouviram falar na série.

– Talvez publicar também alguns dos quadrinhos, que poderiam ser vendidos em lojas especializadas e que normalmente têm um apelo excepcional com o público jovem, sendo um ótimo “atrator” de novos leitores. Isso parece ser bem verdadeiro, já que as convenções de quadrinhos no Brasil chegam a ter 20.000 participantes, enquanto as de ficção científica tradicional raramente passam dos 500…

É curioso perceber que várias das sugestões acima já estavam sendo consideradas por nós há algum tempo, como a distribuição intensiva via livrarias e a publicação das minisséries e dos quadrinhos, mas ouvir isso diretamente do Frick certamente dá um peso bem maior a elas…

Aqui chegamos a outro ponto no qual concordamos: os jovens de hoje são muito visuais, e a concorrência com a TV a cabo, os “videogames” e a Internet praticamente matou o mercado de livros seriados na Alemanha nas últimas duas décadas. Para garantir a sobrevivência de PR no longo prazo, tanto aqui como lá, a conquista desses novos leitores é essencial, e os quatro pontos acima talvez sejam fundamentais para isso.

Uma curiosidade: quando perguntei-lhe sobre a situação do novo filme, que seria o produto com maior potencial para atrair novos leitores, ele começou a rir, pois disse que aquela era a pergunta que ele mais tinha ouvido nos últimos tempos. A resposta: ainda não há investidores interessados no projeto da Casascania, que é a produtora que comprou os direitos de filmagem da VPM há alguns anos atrás.

Bem, os últimos pontos da reunião foram em relação ao “Projeto Traduções” (que pretende traduzir do 537 ao 649) e à digitalização dos volumes da Ediouro, que já passou do episódio 370. Em relação a isso eu disse-lhe o seguinte:

– Isso já está acontecendo e não vai parar, pois está sendo feito por grupos independentes da SSPG;

– Estes grupos já disseram que não pretendem competir conosco, apenas preencher nossas lacunas, já que não temos capacidade de fazer tudo na velocidade adequada; além disso a própria Ediouro não se lembra mais que já editou PR um dia;

– Como poderíamos integrar esses esforços à SSPG legalmente? Será que poderíamos futuramente pegar esses livros traduzidos/digitalizados, pagar os devidos direitos autorais, revisá-los e lançá-los oficialmente como “e-books” ou livros impressos?

O Frick respondeu que a solução que eles encontraram contra a pirataria foi lançar versões oficiais e de qualidade dos “e-books”, já que os “e-books” piratas dos livros alemães tendem a ser de má qualidade. Em relação ao nosso caso específico, ele gostou da ideia que propus, só que teríamos antes que entrar em contato com os tradutores originais (no caso dos livros da Ediouro) para fazer um acordo com eles em relação aos direitos autorais. Em relação aos livros 537-649, como o Projeto Traduções não tem fins lucrativos e é composto por um grupo fechado de fãs, se essas traduções não “vazarem”, tecnicamente elas não são inteiramente ilegais, apenas eticamente questionáveis (por não pagarem direitos autorais). Ele também disse que, se quisermos usar essas traduções no futuro legalmente, bastaria também somente pagar os devidos direitos autorais. Em suma: pagando os “royalties” à VPM e assegurando que os direitos dos tradutores sejam devidamente resguardados, a SSPG tem plena liberdade de usar esses materiais oficialmente no futuro (o que é exatamente o que o pessoal do Projeto Traduções já nos propôs, ou seja, de nos passar futuramente essas traduções para publicação oficial). Esses esclarecimentos do Frick me deixaram mais tranquilo, pois isso significa que poderemos trabalhar de forma complementar com as equipes desses projetos, desde, é claro, que eles não fujam dos seus propósitos iniciais.

Mudando um pouco de assunto, também falei da nossa vergonha tanto dos pagamentos atrasados quanto do fato da edição ser tão pequena. Ele me disse que, há muito tempo atrás, eles realmente ficaram chateados com os nossos atrasos nos pagamentos, mas que agora isso já passou. E ele falou que o orgulho que ele sente da nossa edição, de poder pegar um livro nosso e dizer “A série também está no Brasil!”, é muito mais importante que o dinheiro, e é disso que devemos nos lembrar sempre. Nas palavras dele, os problemas financeiros são momentâneos, mas os livros são o que realmente importa, são um legado eterno. Fiquei até emocionado nesse momento, pois ele falou com bastante convicção…

Uma curiosidade: atualmente apenas seis pessoas trabalham na VPM com a série, em três salas diferentes. No passado eram muito mais pessoas, pois a série tinha uma importância relativa muito grande para a editora, mas hoje ela é apenas “aquela antiga série de livrinhos”, já que o foco atual da VPM são revistas populares para o público feminino (como aquelas revistas de fofocas e de novelas brasileiras de dois e três reais). Havia pilhas e pilhas dessas revistas na sala onde nos reunimos… Porém ele me disse que não vislumbra nenhuma possibilidade da série ser cancelada, já que suas vendas ainda são consideradas ótimas pela direção da editora. Essa possibilidade só começaria a ser considerada caso as vendas caíssem para menos de 30.000 exemplares…

Por fim ele me disse que nos enviará em breve o rascunho de um novo contrato entre a VPM e a SSPG, cujos detalhes poderemos prosseguir discutindo por e-mail.

Depois da reunião almoçamos no bandejão da VPM, onde tivemos uma conversa mais informal. Vocês sabiam que ele já viajou por toda a África apenas com uma mochila nas costas? E que ele escreveu um livro contando esta experiência? O cara é realmente multifacetado…

Bem, creio que seja o bastante… Achei que o resultado da reunião foi muito bom, e as sugestões do Frick realmente foram bem interessantes. Como ele é um fã da série que acabou sendo “promovido” a editor, o tom da reunião foi bastante cordial, e pude perceber realmente o quanto ele se orgulha do interesse dos brasileiros pela série. Gostaria de ressaltar que suas sugestões não foram impositivas, e que dessa forma temos liberdade para aceitá-las ou não. Já estamos analisando cada uma de suas sugestões para o retorno da série, e esperamos divulgar novidades mais concretas em nosso site (www.perry-rhodan.com.br) tão logo seja possível. Obviamente gostaríamos de lançar tudo que ele sugeriu, mas precisamos fazer antes algumas análises de viabilidade para verificar quais itens poderiam manter-se no mercado brasileiro de forma sustentável.

Tirei várias fotos da minha visita à VPM, e algumas delas estão logo abaixo. Só peço desculpas pela luz “estourada” de várias fotos, já que o ambiente da reunião não estava tão claro assim (acho que foi um problema da minha câmera).

Fachada da VPM

Fachada da VPM

Outra visão da VPM

Outra visão da VPM

Bettina Lang e Klaus Frick em seu ambiente de trabalho

Bettina Lang e Klaus Frick em seu ambiente de trabalho

Klaus Frick e Bettina Lang dando uma olhada no planejamento do ciclo "Bardioc"

Klaus Frick e Bettina Lang conferindo o planejamento do ciclo "Bardioc"

Klaus Frick me explicando alguns detalhes do próximo ciclo da série

Klaus Frick me explicando alguns detalhes do próximo ciclo da série

O editor-chefe da edição alemã e o editor-assistente da edição brasileira

O editor-chefe da edição alemã e o editor-assistente da edição brasileira

Klaus Frick em sua mesa de trabalho

Klaus Frick em sua mesa de trabalho