O início da “quinta época” da série “Perry Rhodan Neo”

31 de maio de 2021

Em 16 de abril de 2021 foi publicado na Alemanha o episódio 250 da série “Perry Rhodan Neo”, intitulado “Tempo de Mudança”. Escrito conjuntamente pelos autores Rüdiger Schäfer e Rainer Schorm, este livro narra o desaparecimento inesperado da Terra e da Lua, bem como o lançamento da nave de gerações SOL. Esse volume dá início à “quinta época” da série, marcada pelo conflito entre a Terra e suas colônias e pela descoberta de novas ameaças cósmicas. Ele também é a primeira história do ciclo “A Profundeza”, que abrangerá os episódios 250 a 259 da série.

É interessante perceber que a história do episódio 250 é uma grande colagem de situações que já ocorreram na série principal de “Perry Rhodan”, porém com detalhes e desenvolvimentos muito diferentes. Aqui está a sequência de acontecimentos do volume, bem como o episódio da série clássica relacionado a cada evento:

– No ano 2102 uma frota das colônias da Terra se dirige ao Sistema Solar para conquistá-lo, e Rhodan ativa o “Caso Laurin” para evitar um banho de sangue (episódio 400)

– Porém algo dá errado, e a Terra, a Lua e boa parte da Frota Solar desaparecem… (episódio 673)

– …reaparecendo no Sistema Azul dos aconenses (episódio 100)

– A SOL, uma nave de gerações que havia sido construída por Nathan para salvar a Humanidade caso algo acontecesse com a Terra, é enviada ao centro da galáxia para tentar encontrar a Terra e a Lua (episódio 700)

– Uma frota dos superpesados chega aos limites do Sistema Solar e exige sua rendição (episódio 88). Seu líder é Leticron… (episódio 663)

“Tempo de Mudança” foi lançado com duas capas diferentes: enquanto a capa principal mostra a aconense Auris de Las-Toór e a Terra, a capa alternativa mostra Auris e a Lua, deixando a Terra em segundo plano. A tiragem da capa alternativa foi limitada a 300 exemplares, tornando-a dessa forma um item de colecionador.

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A capa principal do episódio 250

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A capa alternativa do episódio 250

A lista abaixo contém os nomes de todos os ciclos de “Perry Rhodan Neo” publicados até agora, bem como os autores responsáveis pelo seu planejamento:

– “Primeira época”, de 2036 a 2037 (coordenador-geral: Frank Borsch)

1) Visão Terrânia (episódios 1 a 8)
2) Expedição a Vega (episódios 9 a 16)
3) O Enigma Galático (episódios 17 a 24)
4) Avanço para Árcon (episódios 25 a 36)
5) O Grande Império (episódios 37 a 48)
6) Árcon (episódios 49 a 60)
7) Epetran (episódios 61 a 72)
8) Protetorado Terra (episódios 73 a 84)
9) Campo de Batalha Terra (episódios 85 a 100)

– “Segunda época”, de 2049 a 2051 (coordenadores-gerais: Rüdiger Schäfer e Michael H. Buchholz)

10) Os Metanitas (episódios 101 a 110)
11) Os Pos-Bis (episódios 111 a 120)
12) O Fim de Árcon (episódios 121 a 130)
13) Os Senhores dos Sóis (episódios 131 a 140)
14) Meteora (episódios 141 a 150)

– “Terceira época”, de 2055 a 2058 (coordenadores-gerais: Rüdiger Schäfer e Rainer Schorm)

15) A Segunda Galáxia (episódios 151 a 160)
16) Mirona (episódios 161 a 170)
17) Os Blues (episódios 171 a 180)
18) A Aliança (episódios 181 a 190)
19) As Bestas-Feras (episódios 191 a 199)

– “Quarta época”, de 2088 a 2090 (coordenadores-gerais: Rüdiger Schäfer e Rainer Schorm)

20) A União Solar (episódios 200 a 209)
21) O Compariat (episódios 210 a 219)
22) O Despertar de Árcon (episódios 220 a 229)
23) Sagitário (episódios 230 a 239)
24) Nonagon (episódios 240 a 249)

– “Quinta época”, a partir de 2102 (coordenadores-gerais: Rüdiger Schäfer e Rainer Schorm)

25) A Profundeza (episódios 250 a 259)

Maiores informações sobre a série “Perry Rhodan Neo” encontram-se disponíveis na seguinte postagem do blog:

www.cesarmaciel.wordpress.com/2017/06/30/o-inicio-da-terceira-epoca-da-serie-perry-rhodan-neo

O lançamento do ciclo “Mito” pela SSPG

28 de abril de 2021

Em 20 de abril de 2021 a editora SSPG publicou “O Mito da Terra”, o episódio 3000 da série “Perry Rhodan”. Esta história é a primeira do ciclo “Mito”, e maiores informações sobre ela encontram-se disponíveis nas seguintes postagens do blog:

www.cesarmaciel.wordpress.com/2018/11/30/as-primeiras-informacoes-sobre-o-episodio-3000-de-pr
www.cesarmaciel.wordpress.com/2019/02/28/o-lancamento-do-episodio-3000-de-pr

Capa do episódio 3000, “O Mito da Terra”

Para promover o lançamento de “O Mito da Terra” e divulgar o início da publicação do ciclo “Mito”, a editora SSPG divulgou os seguintes textos:

– Apresentação do episódio 3000, “O Mito da Terra”:

Após atravessarem um campo temporal com a nave Ras Tschubai, Perry Rhodan e seus companheiros encontram uma Via Láctea profundamente mudada. Na Galáxia, a Terra é tratada como uma lenda, como se nunca tivesse existido. Quem impera ali agora são os desconhecidos cairaneses – e eles estão constantemente à espera de um possível retorno de Rhodan e sua equipe, a fim de cuidarem para que esses não se tornem um entrave à sua política de poder na Galáxia…

– Apresentação do ciclo “Mito” (episódios 3000 a 3099), o 42º ciclo da série “Perry Rhodan”:

Perry Rhodan retorna a uma Via Láctea mudada após um longo lapso temporal. Ali, a Terra é considerada uma lenda, um mundo que nunca existiu. Os cairaneses dominam a Galáxia com uma política de paz forçada. Reginald Bell rege a Liga dos Galácticos Livres a partir de uma fortaleza no centro da Via Láctea. Perry Rhodan parte com a nave Ras Tschubai para confrontar os cairaneses, desvendar o evento do Posicídio e esclarecer a situação do Sistema Solar.

A publicação do episódio 3000 representa um importante marco para a edição da SSPG por dois motivos: em primeiro lugar, será a primeira vez que os fãs brasileiros poderão acompanhar um ciclo tão próximo da edição atual alemã, já que o episódio 3100 foi publicado recentemente na Alemanha; e, em segundo lugar, o episódio também estará disponível numa versão impressa, algo que não acontecia desde 2007. Porém, ao contrário do que ocorreu entre 2001 e 2007, quando a editora só publicava livros físicos, apenas os episódios mais significativos das frentes de publicação atuais e futuras da SSPG serão disponibilizados no formato impresso, como os episódios 1, 1000, 1800, 2700 e 3000. Esta nova edição impressa tem dois objetivos principais: atender colecionadores e facilitar a divulgação da série, especialmente em eventos de ficção científica. O cronograma de lançamento dos volumes impressos encontra-se disponível no seguinte endereço:

www.perry-rhodan.net.br/loja/index.php?route=pavblog/blog&id=227

Atualmente a SSPG tem seis frentes de publicação ativas das séries “Perry Rhodan” e “Atlan”, todas no formato digital:

– Série “Perry Rhodan”:

1) Ciclo “Xadrez Cósmico”: dois episódios por mês. Episódio mais recente: 643 (“O Planeta dos Guardiões Silenciosos”).
2) Ciclo “A Hansa Cósmica”: quatro episódios por mês. Episódio mais recente: 1077 (“Aura do Pavor”).
3) Ciclo “Os Tolkandenses”: um episódio por mês. Episódio mais recente: 1827 (“Fuga Através de Broehnder”).
4) Ciclo “O Tribunal Atópico”: um episódio a cada três meses. Episódio mais recente: 2703 (“Morte no Espaço”).
5) Ciclo “Mito”: um episódio a cada três meses. Episódio mais recente: 3000 (“O Mito da Terra”).

– Série “Atlan”:

6) Ciclo “As Aventuras Temporais”: um episódio a cada três meses. Episódio mais recente: 14 (“Expedição a Punte”).

Todos os episódios das séries “Perry Rhodan” e “Atlan” já publicados pela editora SSPG podem ser adquiridos através do site oficial da edição brasileira de “Perry Rhodan” (www.perry-rhodan.net.br).

“Perry Rhodan Vega”, a nova minissérie de PR

31 de março de 2021

Em 19 de março de 2021 começou a ser publicada na Alemanha a minissérie “Perry Rhodan Vega”. Concebida pelo escritor Michael Marcus Thurner, um dos principais membros da equipe de autores da série “Perry Rhodan”, esta minissérie terá doze episódios, será publicada quinzenalmente e contará uma história independente, porém ligada tematicamente ao universo rhodaniano. O primeiro episódio da série se chama “Na Luz do Sol Azul” e foi escrito pelo próprio Michael Marcus Thurner. A editora VPM divulgou as seguintes informações sobre o conteúdo da minissérie:

No ano 2059 do Novo Calendário Galático Perry Rhodan, Reginald Bell e o rato-castor Gucky viajam até o sistema Vega para participar de uma cerimônia diplomática de rotina. Eles são recebidos pelo regente dos ferrônios no planeta Ferrol, que Rhodan havia visitado pela primeira vez há mais de 3.600 anos, quando defrontou-se com o Enigma Galático. Porém algo inesperado acontece: subitamente surge uma anomalia espaçotemporal nos limites do sistema, que em questão de horas envolve o sol azul Vega e seus 42 planetas, isolando-os completamente do restante do universo. Logo Perry Rhodan e seus companheiros percebem que aquilo significava o início do Novo Enigma Galático, que precisaria ser resolvido para que o sistema e seus habitantes ficassem livres novamente. Pouco a pouco eles também percebem que um antigo perigo do passado havia ressurgido para ameaçar o sistema Vega… E será que o Novo Enigma Galático teria alguma relação com a lendária superinteligência “Aquilo”, que estava desaparecida há séculos?

Assim como as minisséries anteriores (“Perry Rhodan Stardust”, “Perry Rhodan Árcon”, “Perry Rhodan Júpiter”, “Perry Rhodan Terminus”, “Perry Rhodan Olimpo”, “Perry Rhodan: Missão SOL” e “Perry Rhodan: Missão SOL 2 – Labirinto”) e a própria série principal de “Perry Rhodan”, “Perry Rhodan Vega” está sendo publicada em três formatos: livro tradicional, livro eletrônico e audiolivro. Desde 2014 a editora alemã VPM tem publicado uma minissérie por ano, e devido ao grande sucesso das mesmas é provável que esta tradição se mantenha nos próximos anos.

Algumas reflexões sobre o tamanho das naves de PR

28 de fevereiro de 2021

Desde que comecei a ler a série “Perry Rhodan” sempre fui fascinado com a tecnologia ficcional da série, em especial as naves esféricas da Frota Solar. Durante os primeiros ciclos da série a estrutura principal da frota foi a seguinte:

– 60 metros de diãmetro: corveta
– 100 metros de diâmetro (classes Cidade e Estado): cruzador leve
– 200 metros de diâmetro (classe Terra): cruzador pesado
– 500 metros de diãmetro (classe Solar): cruzador pesado
– 800 metros de diâmetro (classe Stardust): couraçado
– 1.500 metros de diâmetro (classe Império): supercouraçado
– 2.500 metros de diâmetro (classe Galáxia): ultracouraçado

A grande maioria da frota era composta por corvetas e cruzadores, sendo as naves maiores, ou seja, os couraçados, supercouraçados e ultracouraçados, reservados apenas para missões especiais de exploração e combate. Porém eram essas naves gigantes que me fascinavam mais, pois era incrível acompanhar toda semana as viagens de ultracouraçados como a Crest IV e a Marco Polo a galáxias distantes… Porém, com o tempo comecei a perceber como essas naves eram gigantescas, especialmente em comparação com as naves de “Jornada nas Estrelas”, série que eu também acompanhava na mesma época. Apesar disso era difícil fazer uma comparação direta entre as naves das duas séries, já que naquela época não era simples ter acesso a dados técnicos confiáveis sobre as naves do universo ficcional de “Jornada nas Estrelas”.

Tudo isso mudou nos últimos anos, já que atualmente é possível encontrar informações detalhadas sobre as naves dos dois universos ficcionais na Internet, especialmente na Perrypedia (uma enciclopédia virtual de “Perry Rhodan”) e na Memory Alpha (sua equivalente de “Jornada nas Estrelas”). Utilizando os dados dessas duas fontes, juntamente com os de um site chamado Starship Volumetrics, que contém o volume exato de dezenas de naves de “Jornada nas Estrelas”, consegui comparar diretamente o tamanho das naves desses dois universos ficcionais pela primeira vez, o que pode ser visualizado a seguir:

– USS Defiant (classe Defiant): entre 49 e 69 metros (a classe Defiant não tem um tamanho “oficial”, mas é altamente provável que seu volume esteja dentro desse intervalo)
– Enterprise NX-01 (classe NX): 73 metros
– USS Enterprise (classe Constitution): 74 metros
– USS Voyager (classe Intrepid): 106 metros
– USS Enterprise-E (classe Sovereign): 167 metros
– USS Enterprise-D (classe Galaxy): 223 metros

Os primeiros dados são os nomes das naves mais importantes de “Jornada nas Estrelas” e de suas respectivas classes, enquanto o valor em metros mostra qual seria o diâmetro de uma nave esférica se ela tivesse exatamente o mesmo volume da nave citada. Dessa forma é possível perceber que a nave-capitânia da Frota Estelar durante meados do século XXIV, a Enterprise-D, tem um volume quase igual ao de um cruzador pesado de 200 metros de diâmetro da classe Terra. Porém, enquanto a Enterprise-D é considerada a “joia da frota”, uma nave da classe Terra não tem absolutamente nenhuma importância especial para o Império Solar… Isso demonstra como a escala do universo rhodaniano é muito maior, já que normalmente apenas supercouraçados e ultracouraçados são escolhidos como naves-capitânia por Perry Rhodan.

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A USS Voyager, uma nave da classe Intrepid, com 344 metros de comprimento, tem um volume quase igual…

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…ao de uma nave de 100 metros de diâmetro da classe Diana, que entrou em serviço no ano 1331 do Novo Calendário Galático

Para visualizar melhor a grandiosidade de tais naves, basta perceber que uma simples corveta tem uma altura equivalente à de um prédio de dezoito andares, e mesmo assim ela é considerada apenas uma nave auxiliar no universo rhodaniano. Já no universo “trekker” uma nave com um volume semelhante seria considerada no mínimo um cruzador ou até mesmo uma nave de combate, como no caso da USS Defiant. Dessa forma é possível concluir que a série “Perry Rhodan” tem uma escala muito maior que “Jornada nas Estrelas”, embora isso não seja tão evidente assim à primeira vista, já que naves como a Enterprise-D e a Enterprise-E são muito imponentes e majestosas tanto na televisão como no cinema. Porém qualquer uma delas se tornaria pequena e frágil se fosse colocada ao lado de um ultracouraçado…

Outro aspecto interessante a ser considerado são os custos de construção e manutenção de naves tão gigantescas. No episódio 88 da série “Perry Rhodan” é mencionado que o Império Solar precisava de alguns anos para construir um cruzador pesado da classe Solar e de pelo menos doze anos para construir um supercouraçado. Já a construção de ultracouraçados gerava debates acalorados no Parlamento Solar em relação à sua real necessidade, como mencionado no episódio 368. Ou seja, na prática mais de 95% da Frota Solar sempre foi composta por corvetas e cruzadores, sendo naves de 800, 1.500 e 2.500 metros de diâmetro unidades especiais que precisavam justificar sua existência, especialmente em tempos de paz prolongada. Mesmo assim elas exercem um grande fascínio sobre os leitores da série, que preferem ignorar esses aspectos práticos para apreciar melhor essas maravilhas da tecnologia do futuro.

Informações sobre o episódio 3100 e o novo ciclo de PR, “Os Caotarcas”

31 de janeiro de 2021

Em 15 de janeiro de 2021 foi publicado na Alemanha o episódio 3100 da série “Perry Rhodan”, intitulado “O Chamado Estelar”. Esta história, escrita pelos autores Christian Montillon e Wim Vandemaan, deu início ao ciclo “Os Caotarcas” (episódios 3100 a 3199), que revelará alguns segredos desses misteriosos seres que vivem além das fontes de matéria e que tiveram grande importância nos ciclos “Os Cronofósseis” (episódios 1200 a 1299), “Terranova” (episódios 2300 a 2399) e “A Negasfera” (episódios 2400 a 2499). Antes do lançamento do volume a VPM divulgou uma breve apresentação dos acontecimentos iniciais do ciclo:

No ano 2071 do Novo Calendário Galático os terranos descobrem a presença de uma gigantesca nave dos caotarcas em Cassiopeia, uma das minigaláxias que orbitam Andrômeda. Aparentemente a nave sofreu uma avaria e não consegue abandonar a galáxia por seus próprios meios, e dessa forma Perry Rhodan organiza uma expedição a Cassiopeia com a nave de longa distância Ras Tschubai para tentar descobrir os motivos do retorno das forças do caos ao Grupo Local de galáxias. Por que a minigaláxia parece ter se tornado o foco da atenção dos caotarcas e de suas raças auxiliares? Após chegar ao seu destino e começar a fazer contato com os povos que viviam em Cassiopeia, lentamente Perry Rhodan começa a perceber que Andrômeda e suas galáxias satélites ainda guardavam alguns segredos do passado que poderiam representar uma grande ameaça para toda a Via Láctea…

Como presente especial para os fãs, numa das páginas desse volume de jubileu encontra-se um código QR que, ao ser visualizado com a câmera do “smartphone”, permite inserir um modelo tridimensional da nave Ras Tschubai (visível no canto superior esquerdo da imagem acima) em qualquer fotografia tirada pela câmera. Este é um interessante exemplo da “realidade aumentada”, uma tecnologia que permite inserir objetos virtuais em ambientes reais e que tem sido muito utilizada nos últimos anos por algumas empresas que desenvolvem jogos eletrônicos. Para divulgar o lançamento do novo ciclo e incentivar o uso da tecnologia, a redação da série “Perry Rhodan” também está organizando um concurso virtual que premiará as imagens mais criativas com um prêmio em dinheiro no valor de cinquenta euros.

ATUALIZAÇÃO (06/02/21): todas as imagens enviadas para o concurso encontram-se disponíveis no seguinte endereço:

www.perry-rhodan.net/multimedia/bildergalerien/die-ras-tschubai-fliegt-um-die-welt

Um marco histórico para a edição brasileira de PR na SSPG

31 de dezembro de 2020

Entre 1975 e 1991 a editora Tecnoprint publicou os episódios 1 a 536 da série “Perry Rhodan”, e entre junho de 2001 e janeiro de 2007 a editora SSPG publicou 99 volumes duplos da série, referentes aos episódios 650 a 847. Logo em seguida a série teve que ser interrompida devido às baixas vendas, só voltando a ser publicada novamente em julho de 2014, quando a editora passou a lançar apenas volumes digitais. Desde então a série tem consolidado-se ano após ano, e atualmente o catálogo da SSPG possui nada menos do que 550 histórias do universo de “Perry Rhodan”, como especificado a seguir:

– 537 a 635 (99 episódios – esta frente de publicação, que lança dois episódios por mês, terminará no episódio 649, que deverá ser publicado em julho de 2021)
– 650 a 1061 (412 episódios – esta frente de publicação lança quatro episódios por mês)
– 1800 a 1823 (24 episódios – esta frente de publicação lança um episódio por mês)
– 2700 a 2701 (2 episódios – esta frente de publicação lança um episódio a cada três meses)
– 1 a 13 da série “Atlan” (13 episódios – esta frente de publicação lança um episódio a cada três meses)

Isso significa que a SSPG já publicou mais episódios que a Tecnoprint, o que é um importante marco para a história da série em nosso país. Se considerarmos apenas os episódios de “Perry Rhodan”, em dezembro de 2020 a SSPG atingiu a marca das 537 histórias publicadas, número que aumenta para 550 se forem incluídas também as treze histórias já lançadas da série “Atlan”. Dessa forma nada menos do que 1.073 episódios de “Perry Rhodan” já foram publicados em língua portuguesa desde o lançamento da série no Brasil, há mais de quatro décadas.

No site oficial da edição brasileira da série (www.perry-rhodan.net.br) é possível adquirir tanto a edição impressa publicada pela SSPG entre 2001 e 2007 (episódios 650 a 847) como a nova edição eletrônica, que começou a ser publicada em 2014. Mensalmente são lançados entre sete e oito “e-books” inéditos da série “Perry Rhodan”, e a cada três meses é publicado um “e-book” inédito da série “Atlan”.

A publicação de mais um artigo sobre a edição brasileira de PR na revista alemã “SOL”

30 de novembro de 2020

Em 1995 foi criada na Alemanha a Central de Fãs de “Perry Rhodan” (“Perry Rhodan FanZentrale”, ou PRFZ), que é considerada o fã-clube oficial da série “Perry Rhodan” (www.prfz.de). Administrado por fãs mas contando com o apoio oficial da editora VPM, o PRFZ publica trimestralmente o fanzine semiprofissional “SOL”, uma revista inteiramente dedicada ao universo rhodaniano. O clube tem atualmente cerca de 1.000 membros, que pagam uma anuidade de 32 euros (40 euros para quem mora no exterior) para receber as edições da “SOL” e mais alguns benefícios, como descontos em convenções e em outras publicações do clube. O PRFZ também tenta coordenar as atividades dos outros fã-clubes alemães, austríacos e suíços da série, apoiando seus eventos e divulgando notícias de interesse geral dos fãs.

Em novembro de 2020 foi lançado o número 100 da revista “SOL”, que teve como tema principal “O futuro de ‘Perry Rhodan'”. Vários fãs alemães, bem como os redatores das séries “Perry Rhodan” e “Perry Rhodan Neo”, escreveram artigos para a revista, nos quais descreveram as perspectivas futuras para as publicações do universo rhodaniano. Um dos artigos foi escrito pelos editores brasileiros da série “Perry Rhodan”, Rodrigo de Lélis (editor-chefe) e César Maciel (editor-assistente), que descreveram em detalhes os ambiciosos planos futuros da editora SSPG para a série, que terá nada menos do que seis frentes de publicação simultâneas a partir de meados de 2021. A versão em português deste artigo será publicada no episódio 3000 da edição brasileira da série, que será lançado em 20 de janeiro de 2021.

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Capa completa da revista “SOL” nº 100

Esse foi o segundo artigo escrito pelos editores brasileiros para a revista “SOL”, e algumas informações sobre o primeiro artigo encontram-se disponíveis na seguinte postagem do blog:

O lançamento do ciclo “O Tribunal Atópico” pela SSPG

31 de outubro de 2020

Em 20 de outubro de 2020 a editora SSPG publicou “A Tecnolua”, o episódio 2700 da série “Perry Rhodan”. Esta história é a primeira do ciclo “O Tribunal Atópico”, que representou um período de grandes mudanças para a série. Para promover o lançamento do episódio e divulgar o início da publicação do ciclo, a SSPG divulgou os seguintes textos:

– Apresentação do episódio 2700, “A Tecnolua”:

No ano 1514 NCG, em meio a tensões entre povos galácticos, Perry Rhodan se prepara para partir para a Lua numa missão especial e perigosa, o que lhe traz reminiscências do seu primeiro voo ao satélite da Terra milênios antes. No entanto, a Lua que o aguarda é bem diferente da que ele encontrou naquela época – e, nesse contexto, uma aparição surpreendente traz enormes desafios à Humanidade em uma nova fase de sua trajetória…

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Capa do episódio 2700, “A Tecnolua”

– Apresentação do ciclo “O Tribunal Atópico” (episódios 2700 a 2799), o 38º ciclo da série “Perry Rhodan”:

O poderoso Tribunal Atópico chega à Via Láctea com o propósito de julgar Perry Rhodan e o imperador arcônida Bostich I por um crime hediondo que ambos cometerão no futuro distante. A USO e a LTL trabalham em conjunto com outros povos e organizações contra o Tribunal e suas raças auxiliares. Surge a nova supernave Ras Tschubai. Os terranos iniciam sua viagem até uma insólita região do Universo para desvendar os segredos do Tribunal Atópico.

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Capa completa do episódio 2700, “A Tecnolua”

O autor deste blog preparou alguns materiais especiais para este episódio, entre eles um texto que lista os motivos que tornam este ciclo imperdível para qualquer fã da série:


Por que vale a pena acompanhar o ciclo “O Tribunal Atópico”?

Desde seus primórdios a série “Perry Rhodan” sempre teve um coordenador-geral, que é o autor que faz o planejamento dos ciclos e escreve as sinopses individuais de cada episódio que servirão de referência para o trabalho dos autores. Até o episódio 2699 cinco autores já haviam assumido oficialmente o posto: K.H. Scheer (episódios 1 a 673), William Voltz (episódios 674 a 1209), Ernst Vlcek (episódios 1210 a 1799), Robert Feldhoff (episódios 1800 a 2504) e Uwe Anton (episódios 2505 a 2699). Porém, a partir do episódio 2700, o primeiro do ciclo “O Tribunal Atópico” (episódios 2700 a 2799), a série passou a ter dois coordenadores-gerais, Wim Vandemaan e Christian Montillon, que promoveram mudanças profundas na estrutura dos ciclos e dos próprios episódios individuais, o que acabaria se revelando um verdadeiro divisor de águas dentro da história da série.

As mudanças promovidas pelos autores foram muito elogiadas pelos leitores, e aqui está uma lista de motivos que tornam o ciclo, publicado originalmente na Alemanha entre maio de 2013 e abril de 2015, uma leitura obrigatória para qualquer fã da série “Perry Rhodan”:

Robert Feldhoff e Uwe Anton estruturavam os ciclos como blocos quádruplos de histórias: a cada quatro episódios a ação mudava para outra subtrama, sendo que normalmente três ou quatro subtramas corriam paralelamente durante todo o ciclo, unificando-se no final. Já os novos coordenadores-gerais mudaram essa lógica quádrupla, criando frequentemente blocos com apenas dois ou três episódios. Segundo eles, cada bloco deve ter apenas o tamanho necessário exigido por cada parte da subtrama, e esta mudança tornou o ciclo muito mais dinâmico e imprevisível.

Enquanto Feldhoff e Anton não permitiam que os autores fossem além dos limites impostos pelas sinopses de cada episódio, Vandemaan e Montillon os incentivaram a liberar sua criatividade e a imprimir um estilo próprio em cada história. Dessa forma a própria estrutura narrativa das histórias acabou sendo alterada, o que foi mais um fator que contribuiu para que os episódios passassem a ser bem mais emocionantes e imprevisíveis.

Wim Vandemaan é um autor que tem ideias “fora da caixa” e não tem medo de implementá-las. Algumas dessas ideias são, por exemplo, a criação de raças, organizações e tecnologias tão fantásticas que os leitores precisam de muito tempo e reflexão para compreendê-las completamente. Como já dizia o lendário autor britânico Arthur C. Clarke, “qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de mágica”, e este princípio já pode ser observado no próprio episódio 2700, no qual a Humanidade faz o primeiro contato com o Tribunal Atópico, uma organização que aparentemente atua em todo o universo e consegue prever o futuro com precisão. E ao longo do ciclo os mistérios em torno do Tribunal parecem aumentar continuamente, o que cria uma tensão ímpar durante praticamente todo o ciclo.

Por ser um grande fã dos ciclos iniciais da série, em especial “Os Senhores da Galáxia” (episódios 200 a 299) e “M-87” (episódios 300 a 399), Vandemaan sempre faz menções a momentos clássicos da série em suas histórias, tentando integrar fatos antigos do cânone rhodaniano aos novos ciclos da série. Isso leva a alguns momentos surpreendentes ao longo do ciclo, como a descoberta de antigos artefatos ainda funcionais dos senhores da galáxia e até mesmo de um dolan, uma nave viva dos policiais do tempo.

– Outra característica importante dos novos coordenadores é a quebra de expectativas: personagens importantes morrem subitamente, são “estacionados” (ou seja, ficam ausentes da série por um longo período) ou são modificados de forma irreversível. Naves importantes são destruídas inesperadamente, grandes impérios caem de forma surpreendente, ocorrem saltos de tempo dentro do ciclo… A lista é extensa, e é possível dizer que eles foram muito inspirados por séries televisivas contemporâneas como “Game of Thrones”, que possuem uma estrutura narrativa igualmente imprevisível e hiper-realista.

– A maioria das capas do ciclo são belíssimas, com ilustrações quase fotorrealistas de acontecimentos importantes de cada episódio. Tal realismo visual aumenta ainda mais o prazer de ler as histórias, já que aproxima o leitor de diversos personagens e situações importantes do ciclo.

Agora, a partir de outubro de 2020, os leitores brasileiros terão a oportunidade de acompanhar o ciclo poucos anos após sua publicação na Alemanha, o que é algo inédito no Brasil. Esperamos que os leitores apreciem este ciclo, que é seguramente um dos melhores de toda a série.


Atualmente a SSPG tem cinco frentes de publicação ativas das séries “Perry Rhodan” e “Atlan”, todas no formato digital:

– Série “Perry Rhodan”:

1) Ciclo “Xadrez Cósmico”: dois episódios por mês. Episódio mais recente: 631 (“As Cidades Voadoras”).
2) Ciclo “A Hansa Cósmica”: quatro episódios por mês. Episódio mais recente: 1053 (“Metamorfose dos Vítreos”).
3) Ciclo “Os Tolkandenses”: um episódio por mês. Episódio mais recente: 1821 (“A Invasão das Naves-Ouriço”).
4) Ciclo “O Tribunal Atópico”: um episódio a cada três meses. Episódio mais recente: 2700 (“A Tecnolua”).

– Série “Atlan”:

5) Ciclo “As Aventuras Temporais”: um episódio a cada três meses. Episódio mais recente: 12 (“Sob o Domínio do Demônio Negro”).

Todos os episódios das séries “Perry Rhodan” e “Atlan” já publicados pela editora SSPG podem ser adquiridos através do site oficial da edição brasileira de “Perry Rhodan” (www.perry-rhodan.net.br).

A nova pesquisa de opinião da SSPG sobre o futuro de PR no Brasil

30 de setembro de 2020

Em 2002, 2017 e 2020 a editora SSPG fez pesquisas de opinião com os fãs brasileiros da série “Perry Rhodan” para coletar informações que ajudaram-na a definir os rumos futuros da série no Brasil. Algumas informações sobre essas pesquisas encontram-se disponíveis nas seguintes postagens do blog:

Em 20 de setembro de 2020 a editora deu início a uma nova pesquisa, que poderá ser respondida no site oficial da edição brasileira de “Perry Rhodan” (www.perry-rhodan.net.br) até 25 de outubro de 2020. A pesquisa, que só pode ser respondida pelos leitores que já possuem uma conta na loja virtual do site oficial, é bem simples, sendo composta pelas seguintes perguntas:

1) Você compraria a edição impressa do nº 3000 de “Perry Rhodan”?
2) Você compraria a edição impressa do nº 1000 de “Perry Rhodan”?
3) Você compraria a edição impressa do nº 1800 de “Perry Rhodan”?
4) Você compraria a edição impressa do nº 1 de “Perry Rhodan”?
5) Você compraria a edição impressa do 1º ciclo de “Perry Rhodan”?

Cada uma das perguntas acima tem as seguintes opções de resposta:

a) Sim, eu compraria apenas a edição impressa.
b) Sim, eu compraria a edição impressa e a digital desse volume (ou desse ciclo, no caso da quinta pergunta).
c) Não, eu não compraria a edição impressa desse volume (ou desse ciclo, no caso da quinta pergunta).

A pesquisa tem como objetivo verificar o interesse dos leitores em adquirir uma edição impressa limitada de algumas das principais histórias da série. Os motivos para o lançamento desta edição impressa, bem como as explicações sobre cada opção da pesquisa, encontram-se disponíveis no seguinte endereço:

ATUALIZAÇÃO (30/11/20): os resultados da pesquisa já foram divulgados, encontrando-se disponíveis no seguinte endereço:

A virtualização das histórias e dos eventos de PR

31 de agosto de 2020

Até pouco tempo atrás os fãs da série “Perry Rhodan” estavam acostumados a ler os livros da série e participar de diversos eventos sobre a mesma, como convenções e encontros de fãs. Isso ocorria tanto na Alemanha como no Brasil, apesar do número de leitores e eventos ser muito menor no Brasil do que nos países europeus de língua alemã. Contudo nos últimos anos algo que parece ter saído das obras de ficção científica começou a ocorrer em todo o mundo: a virtualização da série e de suas atividades.

Entre 2007 e 2012 a editora alemã VPM digitalizou todos os livros da série “Perry Rhodan”, que atualmente são ofertados em três formatos: livro, audiolivro e “e-book”. Tal processo iniciou-se no Brasil em 2014, e hoje mais de 500 “e-books” da nova edição brasileira da série já estão disponíveis aos leitores, sendo que este catálogo aumenta continuamente, já que são lançados oito novos “e-books” por mês. E, ao contrário da série original alemã, que ainda está disponível em formatos físicos, a edição brasileira migrou totalmente para os formatos digitais, o que permitiu o lançamento de várias frentes de publicação simultâneas, algo que teria sido praticamente inviável na época em que a série era lançada apenas no formato de livros impressos.

Tal migração da série para o formato digital facilitou imensamente o acesso dos fãs à mesma, já que qualquer pessoa conectada à Internet consegue, em questão de segundos, ter acesso a um catálogo composto por mais de 500 “e-books” em português e 4.000 em alemão, que podem ser lidos em qualquer computador, “tablet” ou telefone celular. Isso, conjugado ao fato de que um “e-book” normalmente é entre 20% e 50% mais barato do que sua versão impressa, democratizou imensamente o acesso à série. Apesar do livro impresso ainda ter um apelo emocional para muitos leitores, é inegável que o processo de virtualização trouxe mais vantagens do que desvantagens para a grande maioria dos leitores.

Tal processo de virtualização também tem ocorrido com os eventos relacionados à série, embora de forma ainda bastante incipiente. Apesar de várias convenções alemãs terem começado a transmitir alguns de seus painéis ao vivo através do YouTube nos últimos anos, de forma geral as atividades presenciais sempre foram o foco principal de qualquer evento, já que é impossível substituir o contato humano e as interações que ocorrem num auditório ou num centro de convenções por atividades totalmente virtuais. Porém isso começou a mudar de forma acelerada em 2020 devido à pandemia de COVID-19, que obrigou os organizadores dos eventos a serem criativos para não ter que cancelar ou adiar inúmeros eventos indefinidamente.

Para preencher a lacuna deixada pelo adiamento de várias convenções da série que deveriam ocorrer em 2020, o fã-clube de “Perry Rhodan” da cidade de Viena e a Central de Fãs de “Perry Rhodan” (“Perry Rhodan FanZentrale”, ou PRFZ), com o apoio do Clube Virtual de “Perry Rhodan” (“Perry Rhodan Online Club”, ou PROC), organizaram, entre 13 e 19 de julho de 2020, a primeira semana virtual de “Perry Rhodan”. Durante este período os fãs da série puderam participar de videoconferências com os autores e a equipe de redação da série, que ocorriam sempre das 18:00 às 22:00. Além de assistir às entrevistas e aos painéis, conduzidos por moderadores, os fãs tiveram a oportunidade de fazer perguntas diretamente aos criadores da série, que foram respondidas em tempo real. Após o término da “semana virtual”, tanto os organizadores quanto os participantes consideraram a experiência altamente bem-sucedida, o que significa que o formato virtual poderá ser mantido mesmo após o reinício dos eventos presenciais, o que deverá começar a ocorrer somente em meados de 2021.

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Cartaz de divulgação da semana virtual de “Perry Rhodan”

Inspirados em parte na semana virtual de “Perry Rhodan”, os editores brasileiros da série, Rodrigo de Lélis (editor-chefe) e César Maciel (editor-assistente), participaram de uma videoconferência em 16 de agosto de 2020 com os fãs alemães Christina Hacker, Wilfried Brantsch e Gerhard Huber. Christina é editora-chefe da revista “SOL”, publicada trimestralmente pela Central de Fãs de “Perry Rhodan”, e Wilfried é seu marido, sendo também um grande fã da série. Já Gerhard é um conhecido escritor e fã da série. Conversamos durante duas horas sobre as novidades da série no Brasil e na Alemanha, além de algumas curiosidades sobre as diferenças culturais entre os dois países. A videoconferência transcorreu de forma bastante tranquila, e foi fascinante perceber como a tecnologia permitiu que pessoas que estavam em continentes diferentes pudessem interagir naturalmente, como se estivessem no mesmo ambiente. Todos ficaram muito animados com a experiência, e esperamos poder fazer novos encontros virtuais regularmente daqui em diante.

Reunião Perry Rhodan no Zoom - 16-08-20

Captura de tela feita durante a videoconferência de 16 de agosto de 2020

Como pode-se perceber, a virtualização das atividades relacionadas à série “Perry Rhodan” é uma tendência inexorável, que veio para ficar. E isso significa que uma parte do futuro imaginado pela ficção científica já se tornou realidade…

Maiores informações sobre os eventos mencionados encontram-se disponíveis nos seguintes endereços:

www.proc.org/perry-rhodan-online-woche/programmuebersicht (programação da semana virtual de “Perry Rhodan”)
www.cesarmaciel.wordpress.com/2018/08/31/relato-detalhado-da-viagem-dos-editores-brasileiros-de-pr-a-alemanha (relato do primeiro encontro entre os participantes da videoconferência, ocorrido em 2018 na Alemanha)
www.christina-hacker.de/2020/08/ueber-kontinente-hinweg (relato de Christina Hacker sobre a videoconferência)

Como a programação da semana virtual e o relato da Christina estão em alemão, os fãs brasileiros podem tentar lê-los com a ajuda de serviços de tradução automática, como o tradutor do Google.